Salmo 127 (126
A bênção de Deus dá prosperidade

1 Cântico de peregrinação. De Salomão. Se o Senhor não construir a casa,
nútil será o trabalho dos construtores; se o Senhor não guardar a cidade,
inútil será a vigilância da sentinela.
2 É inútil que vos levanteis cedo e retardeis o repouso,
comendo o pão de fadigas, pois ele o dará igualmente ao amigo, durante o sono.
3 Os filhos são a herança do Senhor, o fruto do ventre é recompensa.
4 Como flechas na mão do guerreiro, assim são os filhos da juventude.
5 Feliz o homem que delas tem provida a aljava! Não será derrotado, quando litigar
com o adversário no tribunal.

 

Salmo 128 (127
O temor de Deus, felicidade do lar

1Cântico de peregrinação. Feliz aquele que teme o Senhor
e anda em seus caminhos:
2 Comerás do fruto de tuas mãos, serás feliz e prosperarás.
3 Tua esposa será videira fecunda no interior de tua casa;
teus filhos, rebentos de oliveira ao redor de tua mesa.
4 Eis como é abençoado o homem que teme o Senhor.
5 O Senhor te abençoe de Sião, para que vejas a prosperidade
e Jerusalém, todos os dias de tua vida,
6 e vejas os filhos de teus filhos! Paz a Israel!


Salmo 133 (132

A alegria do convívio fraterno

1 Cântico de peregrinação. De Davi. Como é bom e agradável
irmãos viverem unidos!
2 É como óleo precioso sobre a cabeça, o qual escorre sobre a barba
– a barba de Aarão – e desce pela gola de suas vestes;
3 é como o orvalho que do Hermon se difunde sobre os montes de Sião.
É para ali que o Senhor envia a bênção: a vida para sempre

 

Salmo 144 (143)
Oração pela libertação e prosperidade

1 De Davi. Bendito seja o Senhor , meu rochedo,
que adestra minhas mãos para o combate, meus dedos para a guerra;
2 ele é meu aliado e minha fortaleza, meu baluarte e meu libertador,
meu escudo, que me dá abrigo; ele me submete meu povo.
3 Senhor , o que é o homem, para o tomares em consideração?
o mortal, para nele pensares?
4 O homem é semelhante a um sopro;
seus dias, como a sombra que se esvai.
5 Senhor , inclina os céus e desce, toca os montes, para que fumeguem!
6 Fulmina os raios e dispersa-os, dispara tua flechas e dissemina-as!
7 Do alto estende a mão, salva-me e livra-me das imensas águas:
do poder dos estrangeiros,
8 cuja boca fala mentiras, e cuja destra é mão de perjúrio!
9 Entoar-te-ei, ó Deus, um cântico novo,
a ti cantarei um hino na harpa de dez cordas.
10 Tu, que dás a vitória aos reis e salvas Davi, teu servo,
11 salva-me da espada cruel, livra-me do poder dos estrangeiros,
cuja boca fala mentiras, e cuja destra é mão de perjúrio!
12 Sejam como plantas nossos filhos, já desenvolvidos na adolescência;
nossas filhas, como colunas bem talhadas, como esculturas de um palácio!
13 Nossos celeiros estejam repletos, fornecendo provisões e mais provisões!
Nossos rebanhos multipliquem-se aos milhares,
às dezenas de milhares pelos pastos!
14 Nossas reses andem prenhes,
sem acidente nem perda a deplorar em nossas praças!
15 Feliz o povo, ao qual assim acontece! Feliz o povo, cujo Deus é o Senhor!