Poejo

mentha pulegium

Nomes populares: poejo, menta selvagem, erva de São Lourenço.

Parte utilizada: folhas, talos e flores.

Família: labiadas

Origem: originário da Eurásia, é uma espécie de menta muita difundida na Europa. Alguns povos da Antigüidade usavam o poejo para confeccionar coroas empregadas em cerimônias religiosas. Os antigos chineses também já faziam referências a suas virtudes calmantes e anti-espasmódicas.

Características: planta vivaz, perene, de 30 a 50 cm de altura, com talos erguidos ou prostrados, folhas pequeninas, verde escuras. Flores brancas, lilases ou rajadas. A planta desprende um aroma adocicado, agradável. Gosta de solo úmido, exposto ao sol ou meia sombra.

Utilização: o poejo atua como digestivo, expectorante e anti-espasmódico. Em uso tópico é bom cicatrizante e anti-séptico. Isso devido a seu óleo essencial e taninos, além da carvona, pulegona e mentol.

Medicinal: planta utilizada para aliviar azia, fraqueza estomacal, enjôos, má digestão, flatulências, cólicas abdominais, nervosismo, fermentação e inflamação intestinal, insônia, irregularidades menstruais, tosses catarrais. É um excelente coadjuvante para estados gripais. Infusão é feita na proporção de 2 colheres de sopa para um litro de água fervente, tomar 3 xícaras por dia. A ingestão da planta também é indicada no combate a vermes intestinais. Um escalda pés de poejo também é excelente para alívio da gripe e resfriados.

Caseira: aplicado sobre picadas de insetos ajuda a aliviar a dor; bom repelente para traças. Uma cama de poejo na casa dos animais ajuda a afastar as pulgas. Bom repelente de insetos. Perfuma saches e potpourris.

Cosmética: o poejo presta-se a um delicioso banho estimulante. Ferva 100 gs de folha em 2 litros de água por 10 minutos. Coe e dissolva 2 colheres de sal grosso. Acrescente à banheira.

Culinária: chás refrescantes de verão e também usado nos molhos de mentas para acompanhar carnes de carneiro e ovelha.

Como as demais mentas, o poejo não deve ser consumido em grandes quantidades, pois a pulegona contida na planta pode exercer ação paralisante sobre o bulbo raquidiano.

O poejo atua como digestivo, expectorante e anti-espasmódico.

Em uso tópico é bom cicatrizante e anti-séptico.

Isso devido seu óleo essencial e taninos, além da carvona, pulegona e mentol.

Contra tosse, bronquite, insônia, acidez estomacal, arrotos, febre e gases.

As pessoas que sofrem de hipocloridria podem se beneficiar com o uso do chá de poejo misturado com algumas gotas de suco de limão.

A ingestão da planta também é indicada no combate a vermes intestinais.