Gengibre

zingiber oficinale roscoe

Partes usadas: rizoma (raiz).

Família: zingiberáceas.

Características: herbácea anual, de cerca de 1,3m de altura, de folhas verdes e flores verde-amareladas, com rizoma muito ramificado e um pouco achatado, de sabor picante e odor aromático.

Dicas de cultivo: cresce em solos arenosos e secos à iluminação plena. O plantio é feito com pedaços de rizoma ou brotos. O transplante pode ser feito após um mês, no espaçamento de 0,3 x 0,8m.

Preparo e dosagem:

  • Pulverizar o rizoma e ingerir contra vômitos.

  • Decocção: preparar com 1 colher (chá) de raiz triturada em 1 xíc. de chá de água, tomar 4 xíc. de chá ao dia.

  • Cataplasmas: preparar com gengibre bem moído ou ralado e amassado num pano, e deixar no local (para reumatismos e traumatismos na coluna vertebral e articulações).

  • Rizoma fresco: mascar um pedaço (rouquidão).

  • Tintura: 100 g do rizoma moído em 0,5 l de álcool, fazer fricções para reumatismos.

  • Xarope: pode ser ralado e adicionado a xaropes, juntamente com outras plantas.

Princípio ativo: óleo essencial rico em terpenos, fenóis (gingerol) responsável pelo sabor ardente, e resinas.

Propriedades: descongestionante, tônico, expectorante, eupéptico, afrodisíaco, digestivo, carminativo, sudorífero.

Indicações: è usada para combater gripes, resfriados, tosses, fraquezas do estômago, rouquidão, bronquites, dores reumáticas, estimulante gastrintestinal, aperiente, vômitos, tônico e expectorante, nervo ciático e nevralgias. Impede a formação de gases no aparelho digestivo. Externamente é revulsivo, utilizado em traumatismos e reumatismos.

Toxicologia: em doses altas produz gastrite. O uso da tintura (alcoólica) é desaconselhado por ser irritante para o estômago. O uso externo deve ser acompanhado para evitar possíveis queimaduras.