Erva-babosa
caraguatá, aloé
aloe vera ou aloe sucotrina

Tem propriedades cicatrizantes, emolientes e resolutivas sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erisipelas, queda de cabelos etc., quando aplicada topicamente.

Cosmética: aplicado seu sumo diretamente sobre os cabelos e pele torna-os sedosos, eliminando manchas. Aplicada em massagem no couro cabeludo ajuda a debelar a caspa e queda de cabelo.

Utilização: apesar da recente divulgação da babosa para uso interno graças ao frei que divulga sua utilização para graves doenças, a erva só deve ser usada externamente.

Efeitos colaterais: a babosa tem forte ação purgante, laxativa, e pode provocar a menstruação em doses elevadas. Pode ainda provocar nefrite se consumida internamente.Contra indicada internamente para mulheres grávidas, durante os períodos menstruais, e por aquelas que sofrem de inflamações uterinas ou ovarianas. Contra indicada também por quem sofre de hemorróidas e cálculos da bexiga.

Nomes populares: erva-babosa, caraguatá, aloé

Família : Liliáceas.

Origem: África meridional

Partes usadas: dela se aproveitam as folhas; do seu suco dessecado é reduzida a pó.

Lendas e mitos: a babosa é uma daquelas ervas que são companheiras antigas da Humanidade; Cleópatra já se beneficiava das propriedades rejuvenescedoras dos aloés sobre a cútis e o cabelo, para manter sua beleza. Muçulmanos, maometanos e judeus a usavam penduradas nas portas como proteção para todos os males. Perto de Meca era plantada ao lado dos túmulos para dar paciência aos mortos.

Características e cultivo: a planta tem folhas triangulares, grossas, suculentas, orladas de espinhos em serrilha. Cultivo em terra com húmus; agüenta período de seca. As flores pendulares são de um vermelho intenso, reunidas em cacho.