Quadro cronológico da história de Israel

À esquerda da página, encontram-se registrados os eventos externos ao povo de Israel ou à sua pré-história.

I. Antes das origens de Israel

Período pré-histórico: aparição do homem, instrumentos de pedra.

...?

 
 

400000

Paleolítico inferior: primeiros vestígios comprovados da presença humana no Oriente Próximo (Ubeidyeh, próximo ao lago de Tiberíades).

 

9000

Surgimento de um habitat construído.

 

4500

Neolítico: surgimento da cerâmica.

 

3600

Civilização gassuliana: surgimento da metalurgia (cobre).

Período histórico.

3500

 

Mesopotâmia: Sumer, posteriormente Acad: surgimento da escrita cuneiforme.

   
 

3200

Período pré-urbano.

Egito: início do Império Antigo; fundação de Mênfis; escrita hieroglífica.

3100

 
 

2900

Idade do Bronze Antigo (2900-2200): surgimento de cidades: os cananeus

As grandes pirâmides

2600-2500

 

                                                                                                                      

                                                                                                                     II. Era patriarcal

Egito: Império Médio (c. 2100-1730); textos de execração.

2200

Período intermediário Bronze Antigo - Bronze Médio (2200-1900).

Mesopotâmia: 3ª Dinastia de Ur (2100-2000), seguida da chegada e instalação dos amorreus (emoritas).

 

Mesopotâmia: 1ª Dinastia de Babilônia a partir de 1900, da qual proveio Hamurabi (1792-1750); seu Código. Mito de Atra-Hasis. Lenda de Guilgamesh.

1900

Bronze Médio I (1900-1800).

1800

Bronze Médio II (1800-1550). C. 1800, primeira chegada de clãs patriarcais a Canaã.

Egito: 2º Período intermediário, chamado dos hicsos (1730-1550).

1700

Descida de grupos pré-israelitas para o Egito (?).

 

1550

Chegada de outros clãs patriarcais ligados aos arameus (?).

III. Moisés - Josué

Egito: Novo Império (1550-1070: numerosas campanhas de Tutmés III en Canaã entre 1470 e 1440.

1550

Bronze Recente I (1550-1400). Tabuletas de Taanak.

Reinado de Amenófis IV/Aquenaton (1364-1347). Capital: Tell el-Amarna.

1400

Bonze Recente II (1400-1200) Cartas de el-Amarna (os Hapiri: Abdihepa, rei de Jerusalém).

Novo império hitita (1450-1090).

 

Ugarit (=Ras Shamra): tabuletas alfabéticas (séc. XVI); mitos e lendas.

 

Egito (19ª Dinastia): Sethi I (1317-1304). Ramsés II (1304-1238): campanha contra os hititas, seguida de posterior aliança com eles.

1300

Presença egípcia en Canaã (estela de Bet- -Shean).

 

Moisés no Egito; corvéia imposta aos hebreus para a construção de Pi-Ramsés (Ex 1,11).

 

1250

Êxodo do grupo de Moisés entre 1250 e 1230.

Merneptá (1238-1209): estela do ano 5, mencionando uma vitória sobre um grupo chamado "Israel".

Invasão de tribos em Canaã pelo sul ou — um pouco mais tarde — pelo centro com Josué (c. 1230-1220).

IV. Período dos Juízes. Início da realeza

Egito (20ª Dinastia): Ramsés III (1194-1163); derrota dos "Povos do mar", dentre os quais os filisteus.

1200

Idade do Ferro I (1200-900). Depois da derrota, os filisteus instalam-se na costa sul de Canaã.

 

Período dos "Juízes" (c. 1200-1030). C. 1130, vitória das tribos do norte sobre Siserá em Taanak.

Mesopotâmia: c. 1100, preponderância assíria com Tiglat-Pileser I (1115-1077), seguida do enfraquecimento da Assíria sob a pressão dos arameus.

1100

 

Egito (21ª Dinastia): Smendes. Capital: Tânis. Diminuição da autoridade real diante do poder dos sumos sacerdotes de Tebas.

1050

C. 1050, vitória dos filisteus em Afeq. Morte de Eli.

 

Samuel, profeta e juiz, c. 1040.

 

Saul, rei (c. 1030-1010): batalha de Guilboa e morte de Saul.

Faraó Siamon (1000-984).

1000

David, rei de Judá, posteriormente de Judá e de Israel (c. 1010-970); criação de um império (2Sm 8).

Rezon, rei de Damasco (1Rs 11,23). Faraó Psusenes (984-950).

950

Salomão, rei de Judá e de Israel (c. 972-933); no quarto ano, construção do templo de Jerusalém (1Rs 6,1).

 V. Do Cisma (933) ao fim do Reino do Norte (722-721)

No Egito (22ª Dinastia, 950-730): Sheshonq I (950-929); campanha na Palestina (estela de Meguido).

 

Israel *

Judá

Idade do Ferro II (c. 900-600)

Jeroboão I (933-911), fundador do Reino

do Norte.

Roboão (933-916). Paga tributo a Sheshonq.

 

Nadab (911-910).

Abiâm (915-913).

 

*

Asá (912-871): alia-se a Ben-Hadad contra Baeshá.

Em Damasco:

Ben-Hadad I.

900

Baeshá (910-887).

Ela (887-886).

Zimri (7 dias).

 
 

Omri (886-875), construtor de Samaria.

 

Na Assíria: Assurnasirpal II (883-859).

*

 

Salmanasar III (858-824): retomada da expansão assíria; os coligados tentam barrá-la (Qarqar, 853).

Acab (875-853): casa-se com a fenícia Izébel; guerra contra Arâm; entra na coalizão antiassíria (batalha de Qarqar, 853).

Josafat (870-846).

Aliança com Acab

Em Damasco:

Ben-Hadad II.

O profeta Elias.

 

Em Moab: Meshá (sua estela, c. 840, celebra sua vitória sobre Israel).

850

Acazias (853-852).

Iorâm (848-841): desposa Ataliá, filha de Acab.

Iorâm (852-841): campanha contra Meshá de Moab.

Em Damasco: «azael (assassina Ben-Hadad II; é derrotado por Salmanasar III, 841).

*

O profeta Eliseu (c. 800)

 
 

*

Acazias (841).

 

Iehú (841-814): perde os territórios transjordanianos recuperados por Hazael; paga tributo a Salmanasar III (841).

Ataliá (841-835): põe em risco a dinastia de David.

 

 

Joás (835-796): reascende ao trono por uma conjuração sacerdotal; vítima de um conluio

Em Damasco:

Ben- Hadad III

Joacaz (820-803): conflito com Ben-Hadad III.

Na Assíria: Adad-Nirari III (810-783); em 803, o poder de Damasco é reduzido.

 

800

Joás (803-787): em 803, paga tributo a Adad-Nirari III; vitórias sobre Ben-Hadad III e sobre Amasias.

Amasias (8111-782): vítima de um conluio

 

Jeroboão II (787-747): Israel recobra poder.

Azarias (= Ozias) (781-740).

783-745: a Assíria diminui a pressão que fazia a ocidente.

750

Os profetas Amós e Oséias.

750: Iotâm associado ao trono.

   

Zacarias (747)

*

 

Em Damasco: Resin.

Shalum (747-746).

*

 

Na Assíria:

Tiglat-Pileser III

(747-727): anexação de regiões conquistadas e deslocamento de populações (Damasco 732 etc.); em 729, assume a realeza de Babilônia com o nome de Pul.

Mena«êm (746-737): em 737, paga tributo a Tiglat-Piléser III.

*

Iotâm (740-735). Os profetas Isaías e Miquéias.

Peqahiá (736-732)

Acaz (735-716?): recorre a Tiglat-Piléser III contra Peqa& e Resin; paga tributo a Tiglat-Piléser III. Oráculo do Emanuel (Is 7).

Péqah (735-732): faz aliança com Resin contra Acaz; parte do reino é anexada por Tiglat-Piléser III (en 734-733).

*

 

Salmanasar V (726-722).

Oséias (732-724): procura fazer aliança com o Egito; assédio de Samaria.

C. 728: Ezequias associado ao trono.

Sargon II (722-705).

722/721: tomada de Samaria e deportação dos habitantes. Fim do Reino do Norte.

 

VI. Do fim do Reino do Norte à tomada de Jerusalém

Em 711, Sargon toma Ashdod.

De 721 a 711, Babilônia (Merodak-Baladan) busca emancipar-se da Assíria.

No Egito: 25ª dinastia (núbia).

Shabaka (715?-696).

Tirhaqa (co-regente c. 690, rei de 685 a 664).

 

Judá

Ezequias (716-687): tentativas de tornar-se independente da Assíria: contatos com Babilônia (embaixada de Merodak- -Baladan) e com o Egito; fortificações de Jerusalém (Inscrição do canal de Siloé); reforma religiosa.

Na Assíria: Senaquerib (704-681): em 701, campanha contra os coligados do ocidente, dentre os quais Ezequias.

 

700

Campanha de Senaquerib em 701; assédio de Jerusalém; Ezequias paga tributo. Atividade de Isaías (continuação).

Manassés (687-642): submissão à Assíria. O profeta Naum (c. 660?).

Asaradon (680-669): conquista do Egito do Norte, c. 671.

650

Amon (642-640).

Assurbanipal (668-630/626): sua biblioteca em Nínive; c. 650, ele é expulso do Egito por Psamético I (26ª dinastia).

Josias (640-609): rejeição da supremacia assíria; reforma religiosa na linha do Deuteronômio; queda e morte de Josias num conflito com o faraó Nekô. Os profetas Sofonias (c. 630), Jeremias (início de 626?).

Em Babilônia, dinastia "neobabilônica" (626-539); babilônios (Nabopolassar) e medos (Ciaxares) destroem Nínive (612) e extinguem o império assírio (606).

Joacaz (609), deposto por Nekô ao cabo de 3 meses e volta ao trono efetuada por seu irmão.

Nabucodonosor (604-562): em 605, sua vitória sobre os egípcios (faraó Nekô, 609-594) em Karkemish assegura-lhe o controle da antiga Assíria.

600

Joaquim (609-598): a partir de 605, submissão à Babilônia; c. 602, revolta.Os profetas Jeremias (continuação), Habacuc.

 

Ioiakin (598-597): assédio de Jerusalém por Nabucodonosor; rendição da cidade; 1ª deportação (inclusive de Ezequiel); exílio do rei.

 

Sedecias, filho de Josias (597-587)

Jeremias (continuação):

c. 593, início da atividade de Ezequiel;589: revolta de Sedecias contra Babilônia;

588-587: assédio a Tiro, que dura 13 anos.

588: início do assédio a Jerusalém; prisão de Jeremias;

julho-agosto de 587: tomada de Jerusalém, captura de Sedecias; destruição do Templo; 2ª deportação; em set./out., assassinato do governador Godolias.

582/581: 3ª deportação.

561: Ioiakin recebe indulto de Evil-Merodak.

 VII. Época persa (538-333)

Ciro, rei da Pérsia (551-529) toma Babilônia em 539.

Cambises (530-522).

550

538: edito de Ciro permitindo aos udeus de Babilônia retornar a Jerusalém, guiados por Sheshbasar.

Restabelecimento do altar.

Dario (522-486).

 

520-515: reconstrução do Templo de Jerusalém. Zorobabel, governador. Josué, sumo sacerdote. Os profetas Ageu e Zacarias.

derrotado pelos gregos em Maratona (490).

Xerxes I (486-464) derrotado pelos gregos em Salamina (480).

Artaxerxes I Mão Longa (464-424).

 

500

 

Xerxes II (423).

Dario II (423-404).

Artaxerxes II Mnemon (404-359).

450

458? (428? 398?): atividade de Esdras em Jerusalém; leitura da Lei (Pentateuco?)

445: 1ª estada de Neemias em Jerusalém: restauração das muralhas da cidade.

432: 2ª estada de Neemias: reformas diversas.

 

 

400

440-400: correspondência com os judeus instalados no Alto-Egito: (papiros de Elefantina).

 

Acabamento de livros como Malaquias, Jó, Salmos, Jonas, Crônicas-Esdras-Neemias.

Artaxerxes III Okhos (359-338). Arses (338-336).
Dario III Codoman (336-331).

Conquistas de Alexandre Magno: Ásia Menor, Síria, Egito, Pérsia, até a Índia.

350

 

VIII. Era helenística (333-63)

 

 

323: morte de Alexandre na Babilônia; divisão do império:

 

332: a Palestina é conquistada pelos exércitos de Alexandre.

Os lágidas (ptolomeus) no Egito.

Ptolomeu I Soter (323-282).

 

Os selêucidas na Síria e em Babilônia.

Seleuco I Nicator

(311- 281).

 

 

Ptolomeu II Filadelfo (282-246).

Antíoco I Soter (281-261).

300

320-200: a Palestina submetida aos lágidas.

Ptolomeu III Evergetes (246-222).

Ptolomeu IV Filopátor (222-205).

 

Antíoco II Theos (261-246).

Seleuco II Calínicos (246-225).

Antíoco III Magno (223-187).

250

Em Alexandria, tradução da Bíblia para o grego (a Septuaginta).

Ptolomeu V Epífanes (204-180).

 

200: vitória de Antíoco III sobre Scopas, general de Ptolomeu V, em Panéion.

200

200-142: a Palestina submetida aos selêucidas.

Ptolomeu VI Filométor (180-145).

Seleuco IV Filopátor

(187-175).

Princípio das dificuldades entre os judeus e os dirigentes selêucidas; conflitos entre os sumos sacerdotes em Jerusalém.

 

Antíoco IV Epífanes (175-164): campanhas militares contra o Egito.

167: decreto de proibição do culto judaico; Antíoco IV dedica o Templo de Jerusalém a Zeus Olímpico. Princípio da revolta dos judeus com o sacerdote Matatias, cujo avô se chamava Asmoneu.

166: seu filho Judas Macabeu o sucede

(166-160).

 

Antíoco V Eupátor (164-162).

164: o Templo é reconquistado e purificado (festa da Dedicação).

Livro de Daniel.

 

Demétrio I Soter

(162-150).

Continuação da luta contra os selêucidas; vitória sobre Nicanor (festa do "dia de Nicanor").

160: morte de Judas Macabeu.

 

Alexandre Balas

(150-145).

150

160-143: Jônatan, irmão de Judas (nomeado sumo sacerdote em 152); extensão do território dos judeus por meio de conquistas militares.

Ptolomeu VII Físcon (145-116)

Demétrio II (145-138).

Antíoco VI (145-142).

143-134: Simão, outro irmão de Judas (sumo sacerdote e governador em 142).

 

Trífon (142-138).

Antíoco VII Sidetes

(138-129).

142-63: inde pendência dos judeus (dinastia dos asmoneus).

   

João Hircano (134-104), filho de Simão.

 

Decadência e anarquia no reino.

Aristóbulo I (104-103), seu filho, arroga-se o título de rei.

   

100

Alexandre Janeu (103-76), irmão de Aristó

Alexandra (76-67), mulher de Alexandre.

Hircano II e Aristóbulo II, seus filhos, disputam o poder real e afunção de sumo sacerdote.

 

64: em Antioquia, Pompeu rebaixa a Síria a província romana.

 

63: Pompeu, general romano, toma Jerusalém.

 IX. Era Romana (a partir de 63)

44: assassinato de César.

50: Clima de conflito na Palestina: Hircano II é o sumo sacerdote, mas seu ministro Antipater (idumeu) dirige o país.

40-31: Antônio no Oriente, Otaviano no Ocidente.

 

 

40: invasão parta: Antígone, filho de Aristóbulo II, é rei e sumo sacerdote; lutas internas.

37: Herodes Magno, filho de Antipater, toma Jerusalém e reina até 4 a.C.

31: Otaviano vence Antônio na batalha naval de Actium.

29: Otaviano imperador (com o nome de Augusto a partir de 27) até 14 d.C.

A Síria, província imperial.

24: Herodes recebe a Traconítide, a Batanéia e a Auranítide, depois Pâneas.

 
 

Inverno de 20-19: início da reconstrução do Templo.

C. 10(?): diversos indícios de um recenseamento no Império.

9-6: Sêncio Saturnino, legado da Síria.

 

 

6-4: Quintílio Varo, legado da Síria.

c. 7-6 (?): NASCIMENTO DE JESUS.

 

Em 4, entre fim de março e início de abril: morte de Herodes em Jericó.

4 (fim): Augusto confirma o testamento de Herodes, exceto o título de rei para Arquelau.

 

4 a.C.-6. d.C.: Arquelau, etnarca da Judéia e da Samaria.

Páscoa do ano 4 (11 de abril): Arquelau reprime uma sedição em Jerusalém, indo depois a Roma receber a investidura de Augusto.

4 a.C.-39 d.C.: Herodes Antipas, tetrarca da Galiléia e da Peréia.

Revolta de Judas Galileu (cf. At 5,37) e do fariseu Sadoc (origem dos zelotas, cf. Mt 22,17).

4 a.C.-34 d.C.: Filipe, tetrarca da Gaulanítide, Batanéia, Traconítide e Auranítide, bem como do distrito de Pânean (Ituréia).

 

 d.C.: Augusto depõe Arquelau e o envia para o exílio em Viena (Gália).

6 a 41: a Judéia província procuratoriana (tendo Cesaréia por capital).

6: segundo Josefo, Quirino, legado da Síria (?).

 

 
 

Entre 5 e 10: nascimento de Paulo em Tarso.

19 de agosto de 14: morte de Augusto. TIBÉRIO imperador: 14-37.

15-26: Valério Grácio, procurador.

26-36: Pôncio Pilatos, procurador.

 

 
 

c. 27: Herodes Antipas, casado com a filha de Aretas, desposa Herodíades, mulher de Herodes, seu irmão.

Outono de 27: pregação de João Batista, início de ministério de Jesus (cf. Lc 3,2).

Páscoa de 28: Jesus em Jerusalém (Jo 2,13).

Sexta-feira, 27 de abril, ou talvez 7 de abril de 30: ou (menos provavelmente, porque muito tarde) sexta-feira, 3 de abril de 33 (= 14 nisan), se se adota a cronologia joânica, cf. Jo 19, 31ss.; ou sexta-feira, 7 de abril de 30 (= 15 nisan), se se adota a cronologia dos sinóticos, cf. Mt 26,17, nota: Crucificação de Jesus durante a páscoa.

Pentecostes de 30 ou de 31: a comunidade primitiva, At 2,42.

33-34: Filipe morre sem deixar herdeiro e Tibério anexa a sua tetrarquia à província da Síria.

 
 

Outono de 36: apelo de Pôncio Pilatos a Roma.

Inverno de 36-37 (?): martírio de Estêvão e dispersão de uma parte da comunidade. Logo a seguir, conversão de PAULO.

37-41: CALÍGULA, imperador. Marcelo, procurador.

37: Calígula dá a Agripa I, filho de Aristóbulo, as tetrarquias de Filipe e de Lisínias, com o título de rei (37-44).

 
 

c. 39: Paulo foge de Damasco (2Cor 11,32ss.) e faz uma primeira visita aos responsáveis pela Igreja (Gl 1,18ss.).

41-54: CLÁUDIO, imperador. Cláudio outorga a Agripa I, que estava em Roma e colaborara com sua ascensão, a Judéia e a Samaria. Seu irmão, Herodes, torna-se rei de Cálcis (41-48) e desposa Berenice (filha de Agripa).

 
 

c. 43: Paulo e Barnabé em Antioquia, que vem a se tornar o centro dos cristãos helenistas.

43 ou 44: antes da Páscoa, Agripa I manda decapitar Tiago, o irmão de João (TIAGO MAIOR).

Primavera de 44: por ocasião da morte de Herodes Agripa I, a Judéia se torna província procuratoriana.

44-46: Cúspio Fado, procurador.

 
 

Entre 45 e 49: primeira missão de Paulo.

46-48: Tibério Alexandre, procurador.

48-52: Vendídio Cumano, procurador.

c. 48: fome na Judéia.

48 a 53: AGRIPA II, filho de Agripa I, rei de Cálcis.

 

 

49: Cláudio "expulsa de Roma os judeus que se agitam com a instigação de Crestos" (Suetonio).

Cf. At 18,2.

48-49: a Assembléia de Jerusalém, At 15,5ss.

(preferível a 51): Gálio, irmão de Sêneca, procônsul da Acaia.

50-52: segunda missão de Paulo.

Do inverno de 50 ao verão de 52, em Corinto. Em 51, as Epístolas aos Tessalonicenses. Na primavera de 52, comparecimento diante de Gálio (At 18,12). Verão de 52, Paulo vai a Jerusalém (At 18,22), depois a Antioquia.

50-60: Antônio Félix, procurador. Irmão de Palas libertado. Desposa Drusila, irmã de Agripa II, anteriormente casada com Aziz, rei da Emésia (cf. At 24,34).

53: Cláudio da a Agripa II, e troca da Cálcsi, as tetraquias de Filipe e de Lisínias (53-93).

 
 

53-58: terceira missão de Paulo (At 18,23, nota). Apolo em Éfeso, depois Corinto.

54-68: Nero, imperador.

55: Nero anexa ao reino de Agripa parte da Galiléia e da Peréia.

54-57: vindo pela Galácia e pela Frígia, Paulo permanece 2 anos e 3 meses em Éfeso (At 19,10 nota). Em 56 (?), Epístolas aos Coríntios e aos Gálatas.

56-67: Epístola aos Filipenses.

Inverno de 57-58: em Corinto, At 20,3 (cf. 1Cor 16,6). Epístola aos Romanos.

Páscoa de 58: em Filipos (At 20,6), depois, tendo ido por mar, em Cesaréia.

Verão de 58: em Jerusalém, TIAGO, o irmão do Senhor, está à testa da comunidade judeu-cristã.

Pentecostes de 58: prisão de Paulo no Templo e audiência com Ananias e o Sinédrio. Levado a Cesaréia, vai à presença de Félix.

58-60: Paulo preso em Cesaréia.

60-62: Pórcio Festo, procurador.

60: Paulo comparece ante Festo, diante de quem apela a César. Ele defende sua causa em presença de Agripa e de sua irmã Berenice.

 

Outono de 60: Paulo viaja para Roma, tempestade, inverno em Malta.

61-63: Paulo em Roma sob custódia militar. Seu apostolado, suas Epístolas aos Colossenses, aos Efésios, a Filêmon.

62-64: Lúcio Albino, procurador.

62: o sumo sacerdote Ananias condena Tiago, o irmão do Senhor, a ser lapidado. Simeão substitui Tiago à frente da Igreja de Jerusalém (Eusébio).

Julho de 64: incêndio de Roma e perseguição dos cristãos.

64-66: Géssio Floro, procurador.

c. 64: Primeira Epístola de Pedro.

64 (ou 67): martírio de Pedro em Roma.

Entre 65 e 70: Evangelho segundo Marcos.

Verão de 66: em Jerusalém, Floro manda crucificar judeus. Perturbação em Cesaréia e toda a região.

Setembro de 66: Governo insurreto em Jerusalém.

66-67: Nero designa VESPASIANO e seu filho TITO para restabelecer a ordem na Palestina.

 
 

67: Vespasiano reconquista a Galiléia.

Abril de 68: GALBA, Imperador.

Julho de 68: suicídio de Nero.

68: Vespasiano ocupa a planície marítima e o vale do Jordão (destruição de Qumran).

69-79: VESPASIANO, imperador. Ele ordena a Tito o assédio de Jerusalém.

79: Vespasiano submete a Judéia; os sicários se mantêm em Jerusalém e ainda no Herodion, em Massadá e em Maqueronte.

Páscoa de 70: Tito investe sobre Jerusalém com quatro legiões.

29 de agosto de 70: tomada do átrio interior e incêndio do Templo.

Fim de 70: a Judéia, provícia imperial. Cesaréia, colônia romana.

 

71-71: Lúcio Basso, legado da Judéia.

Verão de 71: em Roma, triunfo de Vespasiano e de Tito.

73: Flávio Silva, legado da Judéia.

Páscoa de 73: assédio de Massadá por Flávio Silva. Eleazar e os sicários se autodegolam, mas não se entregam.

Rabi Jnahnan ben-Zakkai funda a academia de Iabnê (Jâmnia).

c.80: Evangelho segundo Mateus, Evangelho segundo Lucas, Atos dos Apóstolos (?).

 

79-81: TITO, imperador.

 
 

Entre 80 e 90: Evangelho segundo João e suas Epístolas.

81-96: DOMINICANO, imperador. Irmão de Tito.

 
 

c.95: Apocalipse.

96-98: NERVA, imperador.